domingo, 6 de abril de 2008

ESTRONDO SEDUTOR


3 Na Massa

Com a banda 3 Na Massa, cantoras como CéU e Thalma de Freitas se reiventam como musas em projeto inovador

Por Rafaella Soares


Serge Gainsborg fez suas respectivas Jane Birkin e Brigitte Bardot gemerem e sugerirem as maiores fantasias lúbricas nos clássicos da chanson francesa pro mundo todo. O Two Virgins tem uma faixa que consiste basicamente de John e Yoko dizerem o nome um do outro, entre gemidos e respirações ofegantes. Mick Jagger botou Marianne Faithfull no bom caminho, por assim dizer, e Sister Morphine, encontrou uma voz.
A música é pródiga em exemplos bem sucedidos de produção/composição masculina registradas por vocais sensuais femininos.

Rica Amabis, Pupillo e Dengue foram além.Tiraram as mulheres da condição de musa por contingência. Mas sem perder a libido jamais. A formação do 3 na Massa (que conta com os membros da Nação Zumbi na cozinha) consegue ser a melhor novidade em se tratando de bandas paralelas dessa leva interminável de novos projetos pop eletrônicos. Suas influências formam uma colagem sonora e visual tão heterogênea quanto se consegue ser ultimamente na música contemporânea. Metais que lembram em muitos momentos a Orquestra Imperial, ou a excelente Vermute de Recife.

Atinge ao mesmo tempo um clima lúdico e sofisticado. Aqui cabe dizer, todos as formações no estilo “coletivo” atual - vide Moreno, Domenico, Kassin+ tantos!, esbanjam em barulhinhos, texturas, invencionices das mais prazerosas. As parcerias não podiam ter simbiose maior. Nas músicas disponíveis no Myspace, tem desde Thalma de Freitas, sub-aproveitada em novelas da Globo, mostrando sua elegância nada afetada e voz suave na faixa “O seu lugar”, até CéU, revelação de 2006, interpretando uma canção de Junio Barreto, “Doce Guia”. “Tatuí” merece um à parte. A hipnótica faixa escrita por Rodrigo Amarante ganha um ar de lolita na voz de sua namorada, Karine Carvalho.

Acessem o My space e ouça, algumas músicas:

http://www.myspace.com/3namassa

sábado, 5 de abril de 2008

O Círculo - Mais uma banda da Bahia que se estende para o país sendo fiel ao nosso maior ídolo do Rock Raul Seixas.




Release O Círculo
Por Clarice Machado


A banda “O Círculo” é formada por Pedro Pondé nos vocais, Júnior Martins no baixo, Israel Jabar no teclado, Taciano Vasconcelos na guitarra, e Daniel Ragoni na bateria. Estes cinco integrantes que compõem o grupo desde as suas primeiras notas, exibem uma sonoridade que já se mostra bastante madura, e bem original.
A união e cumplicidade que reina entre os componentes do grupo se refletem inquestionavelmente em seu trabalho; as melodias são pensadas e construídas por todos, e por isto, o resultado final se mostra conciso, competente e muito autoral. A atual música de trabalho “Depois de Ver” já é conhecida pelo público local e de outras cidades, faz parte dos sets de algumas rádios, e é cantada em coro nas apresentações. Uma outra canção de destaque é “Amor de Graça”, que trata de assuntos sociais relacionados à cultura local e experiências pessoais de alguns dos integrantes. Em meio a melodias fortes e uma musicalidade extremamente inovadora, vale ainda ressaltar que o romantismo nunca é perdido, e ao contrário disto, ele é destaque em muitas das canções da banda, tais como na bastante sincera “Nada é Igual”, e na regravação “Muito Romântico” (de Caetano Veloso), que se caracterizou como ponto alto de várias das apresentações já ocorridas.

Ouça músicas de O Círculo http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=45473

www.ocirculo.com.br

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Todos por si, num mesmo som = Los Hermanos

“Doce Solidão”

Rodrigo Barba e suas bandas, Latuya e Canastra. Confira esta empreitada que está dando certo.

http://www.myspace.com/bandalatuya

http://www.myspace.com/canastra


Confira músicas inéditas de Marcelo Camelo http://profile.myspace.com/marcelocamelo

Postarei sobre os outros integrantes em breve!

Wonkavision - Novos Singles

Wonkavision é uma banda de power-pop da cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul। Ganhou certa projeção nos circuitos alternativos após vencer, com a música "Nanana", um concurso via internet promovido pela Coca-Cola, MTV e algumas emissoras de rádio em 2002. O prêmio do concurso foi a gravação de um disco, produzido por John Ulhoa do Pato Fu e lançado em 2004. O disco era cheio de possíveis hits mas acabou enfrentando problemas de distribuição.

Em 2008, a banda vem lançando mês a mês novas canções no site oficial (já foram duas: "O Ímpar Perfeito" e "Double-Dealing") e reedita o álbum de estréia acrescido de seis bônus tracks, com boas versões acústicas para "Nanana" e "Quando 16" além das inéditas (e ótimas) "Power Bossa", "Ah! É Assim" e "Super-Homem"। O que era bom ficou melhor.

O Wonkavision que tem em sua atual formação Will (Guitarra/Voz), Kiko (Bateria/Voz), Manu (Voz/Teclado) e Guzz (Baixo)।

Sites: wonkavision.com.br lastfm myspace tramavirtual - Fonte: Música Social

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Los Strokes Hermanos




O cantor e compositor do grupo 'Los Hermanos' Rodrigo Amarante, se encontrará com Nick Valensi e Fabrizio Moretti, dos Strokes. Amarante embarca nesta terça para a Califórnia, de onde segue para Nova York. Lá, entrará em sessões de estúdio com Valensi e Moretti, a princípio para gravar faixas para projetos-solo dos dois. Permaneceremos atentos aos passos de Amarante nos EUA com os Strokes.





Fonte: Folha Online


Tem boatos por aí:
Los Hermanos


Há algumas especulações referentes ao retorno dos Hermanos em Abril do ano que vem, e o próximo trabalho será o lançamento do DVD e CD ao vivo na Fundição - Rio de Janeiro. Se é verdade ou não, saberemos em breve.

Oasis em Paris - Married With Children

Crítica musical


Crítica musical é uma prática utilizada, sobretudo pelos meios de comunicação para comentar o valor estético de uma obra, intérprete ou conjunto musical. Um texto crítico freqüentemente refere-se a um espetáculo ou álbum na época de seu lançamento. O assunto é complexo e polêmico, pois, desde os tempos em que a sua prática era levada a cabo por curiosos freqüentadores da vida social e, conseqüentemente, dos espetáculos musicais, nunca se tornou claro qual o seu objetivo principal, nem mesmo quais os destinatários - o público, o artista ou ambos. Ao longo do século XX, notou-se que, mesmo sem finalidade ou utilidade aparente, a crítica musical passou a despertar forte curiosidade nos que não freqüentavam os espetáculos musicais e assim se apropriavam dos pontos de vista emanados nas críticas. Com o estabelecimento do comércio musical, os músicos e produtores musicais, em nome da captura das platéias e dos compradores, passaram a manipular seu conteúdo com diversos tipos de favorecimento aos críticos. Com a vulgarização desta prática, a isenção da crítica passou a ser questionada. Ainda assim, ela consegue influenciar o público e uma crítica em um veículo respeitado pode, dentro de certos limites, promover o sucesso ou o fracasso dos artistas, álbuns e espetáculos. A indústria cultural além de lançar tendências através de bandas pagas, agrupadas por redes de comunicação, também faz uso da crítica para vender sua mercadoria com artigos pagos, manipulação dos meios de comunição e a massificação de determinados estilos musicais. A prática de comprar a execução de uma música em horários de grande audiência é chamada no Brasil de "jabaculê" ou simplesmente "jabá".

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Movimento Tropicalista


Intervenção de um grupo de músicos baianos, formado por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tomzé, os letristas Torquato Neto e Capinam, a cantora Gal Costa, além de arranjadores paulistas vindos da música de vanguarda, entre os quais Rogério Duprat e Damiano Cozzella, sobre a cena cultural brasileira na altura de 1967-68, a partir da música popular. O nome "Tropicália", de uma canção de Caetano Veloso que interpreta em chave paródica o Brasil, do populismo tradicional e do desenvolvimentismo de Juscelino Kubitscheck à ditadura militar, do sertão a Brasília, do "brega" à vanguarda, vem de uma obra do artista plástico Hélio Oiticica.
O movimento dialoga também com o cinema de
Glauber Rocha e com o teatro de Zé Celso Martinez Corrêa, que dirigira, em 1967, O Rei da Vela, do escritor modernista Oswald de Andrade. Contrapondo-se à defesa das "raízes" populares tidas como pura e genuinamente brasileiras, o movimento tropicalista pratica uma "devoração" dos elementos da cultura internacional de nível "alto" e "baixo" como forma de marcar a transnacionalização da cultura e a sua apropriação crítica em contexto brasileiro, no qual convivem disparatada e explosivamente traços arcaicos e modernos, cosmopolitas e periféricos, atraso e vanguarda, artesanato e indústria. O corte efetuado pelo movimento tropicalista marca a música e o debate cultural até hoje.