"Un Día En El Mundo" é álbum de estréia de Vetusta Morla, banda espanhola integrada por seis músicos: Pucho (voz), David García "El Indio" (bateria), Jorge González (percussão), Alejandro Notario (baixo), Guillermo Galván e Juanma Latorre (guitarras). | |
| O disco foi gravado nos estúdios Sonobox de Madrid com Manuel Colmenero e Javibu Carretero na produção, possui 12 faixas de composição e arranjos do próprio grupo e é lançado em edição especial limitada CD+DVD, contendo o documentário "La canción número 13" que mostra o processo e experiências vividas durante a gravação. |
"A música eleva os sentimentos mais profundos do ser humano. Não é necessário gostarmos de todos os estilos, porém conhecê-los".
sábado, 31 de julho de 2010
Vetusta Morla
Apanhador Só – Apanhador Só (2010)
Apanhador Só – Apanhador Só (2010)
01. Um Rei e o Zé
02. Pouco Importa
03. Prédio
04. Maria Augusta
05. Peixeiro
06. Bem-Me-Leve
07. Nescafé
08. O Porta-Retrato
09. Balão-de-Vira-Mundo
10. Jesus, o Padeiro e o Coveiro
11. Origames Over
12. Vila do ½ Dia
13. E Se Não Der?
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Show beneficente na Concha
Moraes Moreira é uma das atrações do show desta quinta (15)
O objetivo é alertar a sociedade e angariar fundos para combater a difícil situação que também atinge a Bahia. O evento acontece às 18h, na Concha Acústica de salvador. O ingresso pode ser trocado por 2 quilos de Alimentos ou a compra de 02 vales Alimentos no valor de R$ 2.
Desde 2003, a Ação da Cidadania Salvador vem realizando eventos em comemoração a essa data, com objetivo de mobilizar a população baiana a lutar contra a fome.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Capital Inicial - Primeiros Erros 27/09
Capital Inicial estremeceu a Praça Castro Alves em Salvador. Não podia deixar de mostrar um trecho desse vídeo gravado por minha amiga Carol.
Não tentem enxergar nada, só veja e ouça. rs
domingo, 27 de setembro de 2009
Novos rumos culturais em Salvador
Nos dias 26 e 27/09 na Concha Acústica e Praça Castro Alves respectivamente na capital baiana, uma verdadeira mistura de ritmos fez a cabeça dos soteropolitanos e daqueles que vieram prestigiar um som inesquecível e contagiante. Iniciado pela ordem do dia a cantora Céu introduziu e, com a sua salada rítmica, protagonizou o que viria a ser no dia seguinte: Capital Inicial, Pepeu Gomes e Ilê Ayê.
A cidade de Salvador nestes últimos dias mostrou que não é apenas a cidade do axé, mas que consegue conjuminar de outros estilos musicais em seu seio, a mostra disso foi o absurdo da beleza e supra-simpatia da cantora paulista Céu, sem falar que num único show em menos de duas horas e num balaio musical, ouviu-se: guitarra, sintetizador pandeiro, acordeom, contra baixo e picape. A sua doce voz ecoa em meus ouvidos até agora. Só por ai já dar pra perceber o que foi a junção do dia seguinte.
Imagine duas feras da guitarra, numa mesma banda. Pra quem conhece o histórico de Pepeu Gomes e sua agilidade com as cordas, não poderia perder o acréscimo de Davi Moraes (filho de Moraes Moreira).
Se você pensa que isso é demasia, abstraia: “brasileirinho” tocado nos tambores dos meninos do Ilê Ayê, que merecem destaque, e na guitarra de Pepeu.
Finalizando este fim de semana surpreendente a banda de Brasília fechou com o brilho que Salvador merece, Capital Inicial fez todo mundo sair do chão numa verdadeira onda de pacíficos, loucos e sensatos pela liberdade cultural do povo brasileiro. E como disse Dinho Ouro Preto, vocalista do capital, foi do “CARALHO”.
Por fim, além do momento artístico vivido por todos os que estavam lá, estes também presenciaram alegria e a paz produzida pela união de vários gêneros da arte musical brasileira, que deve ser tomado como exemplo para outras regiões do nosso país.
Porém, um alerta:
Não podemos esquecer as pessoas que iniciaram a liberdade cultural do povo da Bahia, estas são como Castro Alves, poeta dos escravos, e o pai do rock brasileiro Raul Seixas, ambos baianos. (eu gritei: TOCA RAUUUL!!!) rs...
GERSON NUNES
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Memorial Virtual Frei Tito
O Memorial Virtual Frei Tito é um espaço dedicado a um dos maiores símbolos da luta pelos direitos humanos e pela democracia na América Latina e Caribe.
Cearense, filho, irmão, frade, ativista, preso político, torturado, exilado, mártir... Conhecer a história de Frei Tito é fundamental para entender as lutas políticas e sociais travadas nos últimos 40 anos contra a tirania de regimes ditatoriais.
Neste hotsite colocamos à disposição documentos, fotos, testemunhos, textos e outras informações sobre a vida de Tito de Alencar Lima, frade dominicano que colaborou com a luta armada durante a ditadura militar no Brasil.
Este memorial é uma iniciativa da ADITAL (Agência de Informação Frei Tito para a América Latina) que desde 2001 divulga pela internet a agenda social da América Latina e do Caribe. Ao escolher Frei Tito para nomear esta agência, quisemos homenagear também todos aqueles que defenderam a liberdade, a dignidade humana e a vida — ainda que fosse necessário sacrificar suas próprias vidas para alcançar esse fim. Agora, com este hotsite, queremos mostrar que as lutas de frei Tito estão tão vivas quanto na época em que viveu. E ser indiferente é uma opção não mais possível.
Agradecemos a família de Frei Tito, os frades dominicanos, os pesquisadores e todos aqueles que colaboraram para que este memorial se tornasse realidade.
Dados biográficos
Nasceu em Fortaleza (CE), dia 14 de setembro de 1945. Filho de Ildefonso Rodrigues Lima e Laura Alencar Lima. Estudou no Colégio Estadual do Ceará (Liceu do Ceará). Participou da Juventude Estudantil Católica (JEC), ala jovem da Ação Católica. Em 1963, eleito dirigente regional da JEC (Maranhão a Bahia), com sede em Recife (PE). Em 1964, participou das primeiras reuniões e das manifestações estudantis contra a ditadura militar. No início de 1966, ingressou no noviciado dos dominicanos, em Belo Horizonte (MG). Em 10 de fevereiro de 1967, fez a profissão simples dos votos e foi residir no Convento das Perdizes para estudar Filosofia na Universidade de São Paulo (USP).
1968/1974
Em 1968, foi preso durante o Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna (SP), com todos os congressistas. Em novembro de 1969, foi preso novamente, com Frei Betto e outros religiosos. Torturado ininterruptamente durante três dias pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, chefe do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS).
Em dezembro de 1970, incluído entre os prisioneiros políticos trocados pelo embaixador suíço, Giovani Enrico Bücker, sequestrado pelo comando da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Em 1971, foi para Roma, Itália, e, em seguida, para Paris, França, onde foi acolhido no convento Saint Jacques.
Em 10 de Agosto de 1974, foi encontrado morto em área do Convento de Lyon. Somente em março de 1983, com a abertura política, seus restos mortais retornaram ao Brasil. Acolhidos em solene liturgia na Catedral da Sé, em São Paulo, encontram-se hoje enterrados no cemitério São João Batista, em Fortaleza.
Visite você também o Memorial Virtual Frei Tito:
http://www.adital.org.br/freitito/por/index.html
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Capital Inicial e Pepeu Gomes em Salvador
Chega a Salvador a quarta edição do projeto cultural Credicard ao Vivo. Com o patrocínio exclusivo da Credicard – marca sinônimo de cartão de crédito no Brasil e que expandiu as operações em soluções de crédito com a Credicard Financiamentos – o Credicard ao Vivo será realizado em 27 de setembro (domingo), a partir das 18 hora
s, na Praça Castro Alves. No show de abertura, o público confere a apresentação da Banda Erê e do músico Pepeu Gomes, que acompanhado de sua banda interage com a banda-mirim do Ilê Aiyê. Em seguida, será a vez de o Capital Inicial subir ao palco para agitar o público da Praça Castro Alves. O evento integra a plataforma de entretenimento “Credicard é Show!”, que em 2009 promoveu encontros inusitados como o que reuniu em junho a banda Jota Quest, a cantora Fernanda Takai e a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo.Evento: Credicard Ao Vivo
Data: 27/9/2009
Local: Praça Castro Alves
Endereço: Av. Sete de setembro
Horário: 18h
Valor: Entrada Franca
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Legião Urbana volta aos palcos em Brasília
Quando deixou o palco 12º Porão do Rock, em Brasília, o cantor Herbert Vianna, do Paralamas do Sucesso, confirmou o que, apesar do segredo da organização do evento, já era uma forte suspeita entra a multidão: “Viva a Legião Urbana”, saudou o vocalista.O que se seguiu foi a apresentação da atração surpresa do tradicional festival da capital federal, que era mesmo a mais famosa banda da cidade. Treze anos após a morte de Renato Russo, o retorno aos palcos de Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos emocionou fãs de todas as idades, que choraram e cantaram do início ao fim as oito músicas do show.
Escolher um nome para ocupar o lugar de Renato Russo seria impossível – o microfone com a rosa branca esteve vago o tempo todo, como prova de que aquele lugar não teria um substituto oficial. Por isso, os outros dois integrantes da Legião Urbana convidaram artistas de Brasília e do Uruguai para cumprir a tarefa de interpretar as tão conhecidas letras.
O primeiro a subir no palco foi André Gonzales, do Móveis Coloniais de Acaju, que cantou "Tempo Perdido". “Não foi nada planejado há muito tempo. Recebi o convite na quarta-feira passada (16). Na sexta estava no Rio para ensaiar. Chegamos ontem e hoje já nos apresentamos. No início fiquei nervoso, porque sei que a Legião representa muito para o público da capital”, contou Gonzales.
Os amigos uruguaios Juan Casanova e Sebastián Teysera não poderiam ficar de fora da apresentação. Afinal, essa história de ter Dado e Bonfá de volta aos palcos brasileiros surgiu depois que a dupla foi convidada a participar de uma homenagem à Legião na capital uruguaia, no final do ano passado. “O mais incrível é que só havíamos tocado uma vez no Uruguai. A homenagem que eles fizeram foi uma surpresa muito grande”, revelou Dado.
Toni Platão, ex-Hojerizah, conduziu o público pelos versos de "Eu Sei". E Felipe Seabra, que havia se apresentado horas antes com a sua Plebe Rude, cantou "Geração Coca-Cola". Com espaço de sobra para o saudosismo, Felipe falou da primeira apresentação da Legião Urbana, que aconteceu no começo da década de 80, em Patos de Minas (MG), onde também estava a Plebe. Tanta subversão junta, lembrou, só poderia ter terminado na delegacia, com todo mundo preso. Quem também voltou ao palco para prestigiar o momento tão especial foi o Paralamas do Sucesso, com "Ainda é Cedo".
“Voltar a Brasília numa situação como essa tem uma carga emocional muito grande”, disse Dado Villa-Lobos no fim do show. “Tivemos uma resposta muito forte do público”, completou Marcelo Bonfá, que quando começou a idealizar a apresentação, achou que poderia ser vaiado. Será que tanto sucesso e satisfação não seriam um estímulo para a volta definitiva da Legião Urbana?
Fonte: iG Música


