terça-feira, 2 de junho de 2009

Tirinhas dos Malvados


www.malvados.com.br

HELENA MEIRELLES

Helena Meirelles (Campo Grande, 13 de agosto de 1924 — Campo Grande, 28 de setembro de 2005).

Nasceu numa fazenda no pantanal do Mato Grosso do Sul e cresceu rodeada de peões, comitivas e viole
iros. Fascinada pelas violas caipiras, a família não permitia que aprendesse a tocar, o que acabou fazendo por conta própria, às escondidas. Aos poucos ficou conhecida entre os boiadeiros da região. Casou-se por imposição dos pais aos 17 anos, abandonando o marido pouco tempo depois para juntar-se a um paraguaio que tocava violão e violino. Separou-se novamente e, resolvida a tocar viola em bares e farras, deixou os filhos dos dois casamentos com pais adotivos e ganhou a estrada até encontrar o terceiro marido, com quem está junto há mais de 35 anos. Depois de desaparecer por mais de 30 anos, foi encontrada bastante doente por uma irmã, que a levou para São Paulo, onde foi "descoberta pela mídia" a partir de uma matéria elogios a na revista norte-americana "Guitar Player". Apresentou-se em um teatro pela primeira vez aos 67 anos, e gravou discos em seguida. Foi escolhida em 1993 pela Guitar Player como uma das "100 melhores instrumentistas do mundo" por sua atuação nas violas de 6, 8, 10 e 12 cordas.






Ouça Helena Meirelles na rádio do Kassulla.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

História do Cordel


Material de autoria do parceiro e Violeiro Fábio Sombra. Publicado originalmente no folheto “Proseando Sobre Cordel”.

A Origem nas Feiras Medievais
Nossa viagem em busca das origens do cordel começa na Europa, na Idade Média, num tempo em que não existia televisão, cinema e teatro para divertir o povo. A imprensa ainda não tinha sido inventada e pouquíssima gente sabia ler e escrever. Os livros eram raríssimos e caros, pois tinham de ser copiados a mão, um a um. Então, como as pessoas faziam para conhecer novas histórias?

Pois bem, mesmo nos pequenos vilarejos existia um dia da semana que era especial: o dia da feira. Nessas ocasiões, um grande número de pessoas se dirigia à cidade, e ali os camponeses vendiam seus produtos, os comerciantes ofereciam suas mercadorias e artistas se apresentavam para a multidão.


Um tipo de artista muito querido por todos era o trovador ou menestrel. Os trovadores paravam num canto da praça e, acompanhados por um alaúde (um parente antigo dos violões e violas que conhecemos hoje), começavam a contar histórias de todo tipo: de aventuras, romance de paixões e lendas de reis valentes, como o Rei Carlos Magno e seus doze cavaleiros.

Para guardar tantas histórias na cabeça, os trovadores passaram a contar suas histórias em versos. Dessa forma as rimas iam ajudando o artista a se lembrar dos versos seguintes, até chegar o fim da história.


Ao final da apresentação, o povo jogava moeda dentro do estojo do alaúde. O trovador, satisfeito, agradecia e partia em direção a próxima feira.


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Álbum de Rodrigo Amarante com baterista dos Strokes sai em novembro

Disco homônimo do Little Joy sai no dia 4 de novembro. Banda vai excursionar pela costa oeste americana.


Foto: Divulgação

Fabrizio Moretti, baterista dos Strokes, nasceu no Rio de Janeiro e mora em Nova York. (Foto: Divulgação)


O baterista dos Strokes, Fabrizio Moretti, revelou detalhes sobre o primeiro álbum de sua nova banda ao lado do cantor e guitarrista brasileiro Rodrigo Amarante.

O auto-intitulado trabalho de estréia do Little Joy, como foi batizado o grupo, sai no dia 4 de novembro e será produzido por Noah Georgeson, parceiro de Devendra Banhart.

Além do ex-integrante do quarteto carioca Los Hermanos, o grupo inclui a namorada de Moretti, Binki Shapiro, como vocalista.

O trio decidiu criar um projeto depois que os músicos foram apresentados por amigos em comum. O entrosamento foi tanto que eles se mudaram para uma casa em Echo Park, Los Angeles, para compor.

O Little Joy vai sair em turnê com a banda paralela de Devendra, Megapuss, pela costa oeste dos Estados Unidos.

Os nomes das 11 faixas do álbum, incluindo um título em português, são: “The next time around”, “Brand new start”, “Play the part”, “No one’s better sake”, “Unattainable”, “Shoulder to shoulder”, “With strangers”, “Keep me in mind”, “How to hang a Warhol”, “Don’t watch me dancing” e “Evaporar”.

Do G1, em São Paulo

Postado por João Herbert

SHOW DO LOS HERMANOS NA FUNDIÇÃO PROGRESSO VIRA CD, DVD E ESPECIAL NO MULTISHOW


O CD "Los Hermanos na Fundição Progresso - 09 de Junho de 2007" foi produzido pela própria banda e traz 14 músicas. O DVD foi dirigido por Nilson Primitivo, editado por Felipe Abrahão e contém a íntegra do show do dia 09 (26 músicas) e, como extras, cinco músicas gravadas no dia 08 de junho. Nilson Primitivo dirigiu os clipes de "Sentimental", "O Vento" e o documentário "Ventura"; Felipe Abrahão dirigiu o documentário "Além do que se vê", extra do DVD "Los Hermanos no Cine Íris". O engenheiro de som do CD e DVD é Daniel Carvalho, o mesmo que gravou o "4".


Repertório do CD
01. Dois Barcos
02. Primeiro Andar
03. Além do que se vê
04. Retrato pra Iaiá
05. O Vento
06. O Vencedor
07. Último Romance
08. A Outra
09. O Velho e o Moço
10. Sentimental
11. Cara Estranho
12. A Flor
13. Anna Júlia
14. Todo carnaval tem seu fim

Repertório do DVD e do especial "Multishow Registro – Los Hermanos"
01. Dois Barcos
02. Primeiro Andar
03. O Vento
04. Além do que se vê
05. Morena
06. Retrato pra Iaiá
07. O Vencedor
08. Condicional
09. Tenha Dó
10. Adeus Você
11. Último Romance
12. Um par
13. Lágrimas Sofridas
14. Sentimental
15. Conversa de Botas Batidas
16. Deixa o Verão
17. A Outra
18. Casa Pré-Fabricada
19. Paquetá
20. Cara Estranho
21. A Flor
22. Tá bom
23. Anna Júlia
24. Quem Sabe
25. Todo carnaval tem seu fim
26. Pierrot
Extras (Los Hermanos na Fundição Progresso - 08 de Junho de 2007):
01. Azedume
02. O Velho e o Moço
03. Descoberta
04. De onde vem a calma
05. Pois É

DOWNLOAD Rapidshare
Postado por João Herbert

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Marcelo Bonfá - Mobile (2007)

Marcelo Bonfá lança seu álbum MOBILE com exclusividade em formato digital em seu site ou no iMusica.
Marcelo Bonfá é compositor e baterista que fez escola na maior banda de rock do Brasil, a Legião Urbana, banda que contruiu ao lado de Renato Russo e Dado Villa-Lobos ao longo de mais de 20 anos de carreira.
Sucessor de O Barco Além do Sol, que atingiu marca superior a 30 mil cópias vendidas pela gravadora Trama, e Bonfá + Videotracks (Giz/Emi), um trabalho audio-visual inovador e cultuado principalmente entre seus fãs na internet, MOBILE dá sequência à carreira solo de um dos músicos mais influentes do Brasil.
Segundo palavras do próprio Bonfá, o MOBILE pode ser definido por meio da tradução literal de seu título:“Uma escultura abstrata móvel, constituída de formas suspensas no espaço, de maneira equilibrada e harmoniosa…o que induz, incita e motiva alguém a uma ação”.

Músicas (mp3.zip):

1. Mobile
2. A ponto de partir
3. De onde os sonhos vêm
4. Compaixão
5. Desencanto
6. Por um instante
7. Difícil de esquecer
8. Quase sempre
9. Castelos de areia
10. Contando estrelas

Site: marcelobonfa.com.br

Postado por João Herbert


EM DIAS DE SURTO


EM DIAS DE SURTO (Grupo de Intervenção Musical) 2000, Belo Horizonte: Três músicos que não realizaram seu sonho; um grupo musical. Havia sempre desavenças entre os integrantes. A partir de então, eles resolveram em 2002, produzirem vídeos musicais. A princípio, a imagem e o áudio eram produzidos simultaneamente e se relacionavam com a afetividade como política: "A Conexão". Este primeira experiência. Arte, Política, Vida & Cotidiano. Realizava-se com o que tinha-se na mão. Qualquer ferramenta servia como material imagético e musical. O grupo separa-se em 2003. A partir de 2004, o grupo retorna com seus três componentes principais: Alexandre Peixoto (Alex Pix), Dellani Lima (Tuca) & Rodrigo Lacerda, Jr (K Lacerda) e alguns agitadores convidados; Bruno Alcântara, Carlos Garcia Elias, Farinha Zazu & Fernando Lage. Com o nome "Em Dias de Surto", começou-se a produzir a experiência com intervenção, música e improviso. Blues, Samba, Punk, Eletrônica, Repente, Candomblé, Caos e Sinceridade. Letra, Dança e Música como intervenção política e afetiva. Uma retomada de nossos vídeos musicais; finalmente como uma banda ou mesmo um grupo intervencionista, tudo aos mesmo tempo, aqui & agora; coração & mecânica. Em 2004, a primeira intervenção: "Lexotam" (2004). Depois "Rivotril" (2005) e "Odol" (2006). A principal essência da banda é o processo; a sintonia entre os movimentos, os músicos, os instrumentos e as letras, sinceridade como inspiração; um improviso entre amigos. A intervenção é o verdadeiro princípio. "A música; o que ficou como registro sonoro; apenas nos deixa boas lembranças, daquelas tardes entre amigos, naqueles finais de semana; melancólicos e solitários". Mas durante as gravações de "Odol", Lacerda e Pix não suportam a indisciplina e as loucuras alcoólicas de Tuca; dissolveram a banda; até que ele desse um jeito em suas compulsividades. No outono de 2007, Tuca resolve se tratar e convence Lacerda a gravar o melancólico"No Caminho da Quietude" (2007). Álbum recheado de melodias religiosas e temas existenciais. Também como um Duo, grava com Pix o visceral "Matilde". Com o bom resultado das gravações, o grupo volta a se reunir como um trio e realiza mais dois projetos que dão continuidade às suas pesquisas sobre a “cultura popular brasileira”: “No Terreiro É Assim” & a demo “Rascunhos Etílicos”. Pesquisas a partir da cultura afro-brasileira & das canções bregas realizadas no Brasil nas décadas de 70 & 80. Enquanto preparavam o enigmático "9 de Outubro", novamente expulsam Tuca, durante as mixagens do material. Bebia demais e dava muito trabalho. Ele segue sua pesquisa individualmente, intitulada “Às Almas Penadas & Aos Amores Impossíveis”. Sobre o nome de “Abelardo + Os Caboclos Do Mato”, também recentemente (2007) realizado. Mesmo sem o "garoto problema", o grupo continua com a pesquisa a partir do Jazz, dos clássicos do Punk & de músicas contemporâneas. Nos primeiros dias de 2008, a pedido de Dellani, o trio se reune e grava o triplo "Jans nos jardins de nossas casas". considerado o trabalho mais erudito. Conta ainda com a participação do violoncelista Breno Haj e do percussionista Nelsinho Percussa. As sessões foram prazerosas e reviveram o espírito do grupo. Inspirados pelo novo morador da TAZ, o trio grava "Che Que Vaz" (2008).Em homenagem ao gato Che. Durante uma reunião para o ensaio de Ana Morais, resolvem lançar "Universal Vinyl". Registros sonoros do ensaio imagético e sobra das sessões de "Che q vaz". Insatisfeitos com o resultado de "Universal Vinyl", tomam uma decisão responsável por dois dos melhores trabalhos do "em dias de surto". "first step to the future" com seu clima anacrônico e letras que denunciam o medo indica uma nova postura estética que se concretizaria no álbum seguinte. Ainda niilista, mas defendendo uma política anti-capitalismo, o trio grava o álbum "Köpi" em defesa dos squats e espaços auto-sustentáveis.

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LINKS: myspace | bandasdegaragem | youtube |

Postado por: João Herbert

Júlia Says - Júlia Says EP (2008)


Em suas músicas, o grupo Júlia Says, formado pela dupla Pauliño Nunes e Anthony Diego, se utiliza da criatividade musical e da ajuda de riffs de guitarra, bateria e loops de programação para criar uma música livre de amarras dentro do rock ou da música eletrônica. Sua música buscou inspiração no livro “A Casa das Idéias” de Pedro Veludo, que descreve uma personagem que está em busca de escrever uma história original, mas que não começasse com “era uma vez” nem terminasse com “e foram felizes para sempre”.

Com pouco mais de um ano de vida, Júlia Says já possui no currículo um EP homônimo, lançado no início do ano pelo selo Bazuka Discos e a participação em grandes eventos como o Rec-Beat e Festival de Inverno de Garanhuns. A dupla realizou em maio deste ano uma turnê pelo Centro-Sul do país com shows bastante elogiados, o que lhes rendeu recentemente uma matéria em destaque na revista Rolling Stone.

No Júlia Says, Diego responde pela parte rítmica (programações eletrônicas, bateria e percussão) enquanto Pauliño cuida da parte melódica (vocal, guitarra, violão e sintetizadores virtuais). Os arranjos são feitos de modo colaborativo, no qual há várias interferências e sugestões entre as funções de cada um no projeto. As letras abordam temáticas variadas, desde a metalinguagem musical em “Eis a Canção”, no qual o “pensar em como se fazer música” torna-se música, quanto reflexões sobre conflitos culturais, a exemplo de “Mohamed Saksak” criada a partir de um fato veiculado na imprensa internacional e que já é um dos hits da banda.















Júlia Says EP (2008)

MP3: Júlia Says - Eis a Canção
MP3: Júlia Says - Ondas e Barcos (Indicando a Direção)
MP3: Júlia Says - Mohammed Saksak
MP3: Júlia Says - Aos Segredos Guardados Pelo Futuro
MP3: Júlia Says - Salto Alto

DOWNLOAD full EP via EasyShare

Trama Virtual

Myspace

Por: Heber